2sopaVegetarianismo em Casos Específicos
Respostas Específicas para Perguntas Específicas

 

• E quando o meu bebé nascer? Será possível dar-lhe uma alimentação vegetariana?
O melhor alimento para recém-nascidos é o leite materno. Se o bebé não puder ser amamentado, poderá optar pelos leites de soja especiais para bebés. Bebés vegetarianos que estejam a ser alimentados à base de leite de soja especial devem ser expostos à luz solar de fraca intensidade, durante passeios ao ar livre ao fim da tarde ou pela manhã, duas horas por semana, de forma a sintetizarem a vitamina D necessária. Alguns bebés, especialmente aqueles que vivem em climas frios, deverão beber leite de soja especial enriquecido com vitamina D. Mulheres vegetarianas que estiverem a amamentar devem ter o especial cuidado de consumir boas quantidades de alimentos ricos em vitamina B12, pois os níveis desta vitamina no leite materno são afectados pelas escolhas alimentares da mãe e são importantes para o bebé. A partir do quarto ou quinto mês de idade já se poderão incluir outros alimentos na alimentação do bebé. A adição de novos alimentos deve ser feita lenta e gradualmente, adicionando um alimento de cada vez:

4 a 5 meses:
Alimentos ricos em ferro poderão ser adicionados, tais como os cereais enriquecidos. O primeiro cereal que deverá ser incluído na alimentação do bebé deve ser o arroz, podendo ser adicionado ao leite materno ou ao leite de soja especial.

6 a 8 meses:
Nesta fase deve fazer-se a introdução dos vegetais. Estes devem ser consumidos com uma consistência pastosa (bem cozidos e reduzidos a puré). Batata, feijão verde, cenouras e ervilhas são boas escolhas. Após a inclusão dos vegetais na dieta diária, as frutas deverão ser o próximo alimento a incluir nas refeições diárias do bebé. Frutas em puré, como as bananas ou os pêssegos maduros, e sumos de fruta – por exemplo, sumo de maçã – são formas eficazes de apresentar ao bebé novos alimentos.

A partir dos oito meses:
Aos oito meses de idade, a maioria dos bebés já está pronta para incluir na sua alimentação bolachas, pão (e outros cereais secos) e alimentos proteicos, tais como o tofu (bem cozido e reduzido a puré), ou algumas leguminosas, como o feijão (bem cozido e reduzido a puré). A evolução de uma alimentação vegetariana cada vez mais variada e convencional, embora sempre com os devidos cuidados para que seja completa e equilibrada, deverá acontecer, a partir dos oito meses, exactamente como aconteceria se não fosse vegetariana – a única diferença que existe são os alimentos que os bebés comem, mas os processos de alimentação e crescimento são os mesmos.

• A minha filha tem 8 anos, gosta muito de animais e diz que não os quer comer. Não será muito nova para ser vegetariana?
As crianças e os adolescentes necessitam de uma alimentação muito nutritiva e energética. No entanto, o seu estômago ainda é bastante pequeno. Para ter a certeza de que a criança está a ingerir as quantidades de energia necessárias para um eficaz desenvolvimento e crescimento, poder-se-á seguir uma dieta polifraccionada, ou seja, que inclua várias refeições ao dia, com alimentos ricos em hidratos de carbono complexos, fibras, vitaminas e minerais, conjugando nos lanches da manhã e da tarde cereais e frutas.

Encorajar as crianças a mastigar bem os alimentos é uma forma simples de contribuir para uma melhor absorção e aproveitamento destes. Com base nos mais recentes estudos nesta área, pode-se afirmar que as crianças que têm uma dieta baseada em frutas, vegetais, cereais e legumes, entre outros produtos de origem vegetal, desenvolvem-se mais saudavelmente do que crianças que fazem uma alimentação omnívora.

Os bebés amamentados naturalmente, bem como os bebés alimentados a leite de soja especial, apresentam um desenvolvimento mais lento em comparação com bebés alimentados com fórmulas especiais à base de leite de vaca, o que sugere que existe uma proximidade entre a alimentação natural (leite materno) e a alimentação vegetariana (leite de soja), sendo esta a mais adequada ao ritmo natural de crescimento do bebé. Tal como acontece com os bebés, as crianças vegetarianas apresentam um desenvolvimento menos acelerado do que as crianças não vegetarianas porque não incluem na sua alimentação alimentos nutricionalmente enriquecidos de uma forma artificial (como é o caso dos alimentos animais). Esta diferença é evidente durante a infância, mas dissipa-se na adolescência e não tem consequências negativas para estas crianças e para o seu desenvolvimento posterior.

Fonte

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O que é Kefir? Iogurte?!

Outubro 20, 2012

KEFIR é uma bebida produzida através da fermentação de grãos de micro-organismos vivos, assim como os iogurtes.

Diz a lenda que a tribo turca Karachay, habitante das montanhas entre a Europa Oriental e Ásia Oriental, foi agraciada pelo Criador com os grãos que deram origem a essa bebida quase mítica.

Com a dádiva, foram entregues algumas normas, como a doação dos grãos apenas ás pessoas honestas e de bom coração. Entre as tribos caucasianas do norte, vender Kefir era um pecado mortal.

Com isso, os segredos da origem dos grãos do Kefir se perderam no tempo, e sua disseminação pelo mundo iniciou-se apenas após 1867, data em que se registram suas primeiras aparições, distantes das tribos turcas.

Hoje, o Kefir é popular em vários países, onde é vendido em supermercados. No Brasil, contamos com a doação de grãos para a produção caseira da bebida.


PRODUÇÃO CASEIRA

Os grãos do Kefir multiplicam-se conforme são cultivados, e aumentam rapidamente.

Diferentemente do iogurte, fermentado apenas por lactobacilos, pode ser fermentado por cerca de 37 micro-organismos diferentes, incluindo as leveduras utilizadas na preparação de pães e cerveja.

Após o preparo da bebida, separa-se os grãos para novo cultivo (formação de mais Kefir), para ser consumido ao natural, ou misturado com frutas, mel e cereais, e também pode ser utilizado no preparo de receitas como substituto do leite ou iogurte.

O Kefir entra em estado de “hibernação” quando exposto á temperaturas abaixo de 10.° Por isso, pode ficar em hibernação, guardado em geladeira, caso deseje dar um tempo no cultivo ou consumo.


SAÚDE!!

Segundo cientistas asiáticos e europeus o Kefir contém triptofano, cálcio, magnésio, fósforo, vitaminas B1, vitamina K, biotina e ainda garantem que possui vitamina B12 (devido ás suas origens remotas).

Argumenta-se que o ácido láctico presente no Kefir e demais bebidas fermentadas melhora o metabolismo geral, e o ácido carbônico diminui a irritação da mucosa estomacal, aliviando sintomas de colite, gastrite, rins e pulmões.

A bebida auxilia na saúde mental, colabora com a redução do peso, tratamento de diabetes e algumas alergias. Fortalece o sistema imunitário, normaliza a pressão arterial, regula o colesterol, é útil para pessoas com depressão e insônia, bronquite e aterosclerose. Pra terminar, também é desintoxicante.

Porém, pode ser contra-indicado para pessoas com problemas hepáticos, devido á formação de etanol durante sua fermentação.

Segundo estudos europeus, descobriu-se que 1 litro de Kefir pode conter até 38 g de etanol  por litro após 7 a 10 dias de fermentação.

Para intolerantes á lactose, vegetarianos ou vegans o cultivo em água ou outra cultura fermentativa que não o leite de vaca é o mais adequado.

Fontes:

TEOR DE ETANOL NO KEFIR DE ÁGUA – Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA – NCBNI

HISTÓRIA DO KEFIR – WIKIPEDIA -UC

A MÁGICA DO IOGURTE DA MODA – ILIANA DIMITROVA ( 24chasa.bg)

Mais:

KEFIR E IOGURTE CASEIRO

ALIMENTOS FERMENTADOS – Muito além dos iogurtes

 

 

Este texto foi extraido do BLOG ALIMENTAÇÃO E SAÚDE INFANTIL

Mãe coruja, esposa e vegana. Confira o papo com a médica pediatra Tati Balleroni – CRM(SP) 109241 

O maior presente que uma mãe pode dar a seu filho é a saúde. Por isso, o ViSta-se entrevistou a mamãe de primeira viagem Tati Balleroni, que anda curtindo muito a vinda do Mateus, que tem apenas 6 meses de vida. Se a alimentação de uma pessoa vegana adulta já é constantemente questionada, alimentar um bebê sem nenhum ingrediente de origem animal pode ser ainda mais complicado, do ponto de vista social. Felizmente, a complicação fica por aí. Confira as dicas da Tati para uma gestação e infância perfeitas.

ViSta-se: Há quanto tempo você é vegana?
Tati Balleroni: Sou vegana há 4 anos.

Há quanto tempo você é médica e onde se formou? Onde você nasceu e onde atende hoje?
Eu completo 10 anos de formada no próximo mês. Me formei na Faculdade de Medicina de Marilia (FAMEMA). Eu nasci em São Paulo-SP, mas minha família mudou-se para o interior quando eu tinha 8 anos. Atualmente, desacelerei bastante meu ritmo de trabalho devido ao meu filho Mateus estar com 6 meses ainda. Tenho me dedicado bastante à maternidade. Trabalho na UTI Neonatal do Hospital ABHU em Marilia-SP.

Você indica alimentação livre de alimentos de origem animal a pacientes que não são veganos? Se sim, explica a eles por quê? Qual a reação deles? 
Sim, se percebo que as famílias são abertas a essa abordagem. Ainda existe muito preconceito e dúvidas das pessoas em relação ao veganismo, mas tenho percebido uma tendência à melhor aceitação nos últimos anos.

Nas consultas do dia-a-dia, existem dúvidas das mães sobre o veganismo?
Atualmente não estou atendendo no consultório, mas ainda oriento algumas famílias que são veganas e alguns pais que ficam preocupados porque os filhos decidiram parar de comer carne.

Como é, para sua família, saber que você teve uma gravidez vegana e vai criar seu filho (cite o nome dele) dentro da filosofia vegana? Mesmo como médica, você tem alguma objeção familiar?
A minha familia foi bem tranquila em relação à minha gestação ter sido vegana. Quanto à criação do Mateus na filosofia vegana, fomos questionados algumas vezes em relação a isso. Porém, sempre deixamos clara a nossa postura de que ele seria criado dentro do veganismo. Para nós, não faz o menor sentido nosso filho ser criado fora do contexto da filosofia vegana. Vivemos aquilo que acreditamos e nunca cogitamos deixar de transmitir nossos valores ao nosso próprio filho! Mesmo sendo médica pediatra já fui questionada sim. Inúmeras vezes. Por exemplo, em relação à introdução da alimentação complementar, sobre como eu faria isso sem a carne.

“E assim optamos pelo veganismo juntos, no mesmo dia!”

Seu marido é vegano? Como lidam com isso?
O Marcelo, meu marido, é vegano. Oito meses antes do nosso casamento, após a morte do nosso cachorrinho, ele se questionou: como posso amar tanto os animais e comê-los? Ele já tinha tentado ser vegetariano por volta dos 7 anos e novamente na adolescência, porém, não tinha encontrado apoio. Eu era ovolactovegetariana há alguns anos. Porém, não conhecia nenhum vegetariano, não tinha nada de informação. Para mim foi tudo muito instintivo. Quando tomei conhecimento da crueldade ligada ao consumo de ovos e laticínios, decidi pelo veganismo no mesmo momento. Já éramos casados e então comuniquei ao Marcelo que estava me tornando vegana a partir daquele momento. Ele me perguntou o motivo, expliquei a ele sobre o que tinha lido. Ele me respondeu que se tornaria junto comigo. E assim optamos pelo veganismo juntos, no mesmo dia!

“Existe um documento da Associação Dietética Americana, referência mundial em nutrição, que endossa a alimentação vegana e que pode ser apresentado ao seu pediatra.”

O que você indica a mães que não têm a sorte de contar com uma pediatra vegana? Existe algum texto, artigo ou manifesto que essa mãe pode levar ao seu pediatra para que ele tenha certeza que a alimentação vegana é saudável para a criança?
Na verdade eu diria a elas para que busquem o máximo de informação possível! Infelizmente, ainda há muitos profissionais despreparados para orientar uma dieta vegana e muitas vezes, por falta de conhecimento, acabam dizendo que não é possível, que é prejudicial e coisas desse tipo. Existe, por exemplo, um documento da Associação Dietética Americana, dos EUA, com um posicionamento em relação às dietas vegetarianas
que diz que uma dieta vegetariana bem planejada, incluindo a vegana, são apropriadas para os indivíduos em todas as fases da vida como gestação, lactação, infância, adolescência e para atletas.
Documento (em inglês) | Notícia no ViSta-se. Este material pode ser levado ao pediatra que acompanha a criança, por exemplo.

Na gravidez, existe algum exame específico que a mamãe vegana não pode esquecer de pedir e que os médicos normalmente não atentam para ele?
Uma gestante vegana necessita de um acompanhamento pré-natal adequado como qualquer outra gestante e não existe nenhum exame especial que deva ser realizado especialmente por gestantes veganas.

“Procure manter uma alimentação equilibrada que inclua uma variedade de cereais, leguminosas, verduras, legumes, frutas e oleaginosas.”

O que uma mãe vegana não pode deixar de saber para uma gravidez e uma infância saudáveis? 
Com um bebê em formação, as necessidades diárias de alguns nutrientes encontram-se elevadas. Estar atenta a essas necessidades e buscar atendê-las através da alimentação é um dos passos para uma gestação saudável. Procure manter uma alimentação equilibrada que inclua uma variedade de cereais, leguminosas, verduras, legumes, frutas e oleaginosas. Evite alimentos industrializados, sal e açúcar em excesso. É importante incluir uma fonte de ômega-3, como por exemplo linhaça ou chia. No caso das veganas, é essencial a suplementação da vitamina B12 na gestação e enquanto se estiver amamentando; inclusive as necessidades diárias dessas vitaminas estão aumentadas durante esses períodos. Outras suplementações (como por exemplo ferro, cálcio, zinco, vitamina D, ácido fólico, etc) devem ser individualizadas e só devem ser realizadas sob orientação de um médico ou nutricionista. 

Converse com seu médico sobre as atividades físicas que podem ser realizadas por você na gestação. As faixas de ganhos de peso são individualizadas, esteja atenta à indicada a você e procure não ganhar pouco peso e tampouco ganhar de forma excessiva. Uma infância saudável se inicia com o aleitamento materno, que deve ser exclusivo durante os primeiros 6 meses de vida do bebê. Nessa fase, não se deve ser oferecido água, chás ou qualquer outro alimento. Aos 6 meses inicia-se a introdução na alimentação complementar, de forma lenta e gradual, mantendo-se o aleitamento materno até 2 anos ou mais. O leite materno é o principal alimento no primeiro ano de vida.

“Deve-se evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas.”

É importante que a criança receba uma alimentação variada. o consumo diário de verduras, legumes e frutas deve ser encorajado. Deve-se evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida e, mesmo conforme a criança cresce, o consumo destes alimentos deve ser realizado de forma esporádica e não habitual. Utilizar sal com moderação. Da mesma maneira que na gestação e lactação, bebês e crianças veganas devem receber suplementação de vitamina B12. Outras suplementações devem ser individualizadas e realizadas apenas por orientação de medico ou nutricionista.

A vida da vegana Tati Ghizellini Balleroni / CRM(SP) 109241
Nasci em São Paulo e nos mudamos para o interior quando eu tinha 8 anos. Aos 17 anos entrei na faculdade e vim pra Marília estudar. No quinto ano de faculdade conheci meu marido. Fiz residência em pediatria na mesma faculdade em que me formei e optei por permanecer em Marília. A maternidade me fez desacelerar o meu ritmo de trabalho, permaneci em casa durante 5 meses amamentando. Retornei ao trabalho em períodos curtos e em carga horária semanal pequena para que o Mateus pudesse continuar recebendo apenas leite materno. Quando estou trabalhando, ele recebe leite materno ordenhado no copo. Agora que ele completou 6 meses, iniciamos a introdução da alimentação complementar (vegana é claro!) e o suplemento de vitamina B12. Atualmente integro a equipe da UTI Neonatal do Hospital ABHU, onde trabalho há quase 8 anos. 

Amo a pediatria de forma incondicional!

 

Fonte ViSta-se

Alimentos bons para o cérebro

Fevereiro 18, 2012

Alguns causam certa exaustão mental, irritação ou dor de cabeça, como o açúcar e outros refinados, queijo envelhecido, carnes, nitritos do cachorro quente, gordura trans e glutamato monossódico.

Entretanto, tem os que auxiliam na formação e manutenção dos neurônios, nas conexões cerebrais e na capacidade de estar alerta ou tranqüilo.
Apesar de responsável por apenas 2% do peso de uma pessoa, o cérebro humano necessita de aproximadamente 30% das calorias ingeridas ao dia para funcionar bem.

Alimentos com carboidratos, ácido fólico, zinco, magnésio, ferro e vitaminas do complexo B (em especial a B12), são essenciais para sua constituição.

A falta de gordura benéfica (ômega 3 e vitamina E) na alimentação também torna sua capacidade um tanto prejudicada.

Carente, pode desencadear desde dislexias até esquecimentos, dificuldades de concentração, sonolência, problemas na produção de hormônios, hiperatividade, convulsões ou espasmos (em casos especiais), além de distúrbios emocionais como depressão, irritação ou apatia.

Acrescente na lista:

„ Sementes de linhaça, azeite de oliva, gergelim, aveia, quinoa, amaranto, brócolis, tâmaras, nozes, arroz integral, castanhas, batata doce, banana, cenoura, mandioquinha, , bardana, gengibre, uva passa, abacate, folhas escuras.

Fonte:

Guia de Alimentação infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais , 2003. Groun Ed. Guimarães, N.

 

 

Este texto foi extraido do Blog: BLOG ALIMENTAÇÃO E SAÚDE INFANTIL

Gestação Vegetariana

Fevereiro 15, 2012

Do site Babysec | Muitas mamães devem estar se perguntando se o regime de alimentação sem carne ou alimentos de origem animal é adequado a uma gestação de qualidade. A resposta é sim, desde que a dieta seja segura e que a mamãe não descuide dos suplementos alimentares. As informações são do site bebe.com.br, da editora Abril.

A gravidez sempre impõe muitas mudanças para as mamães e na alimentação não poderia ser diferente. Algumas necessidades precisam ser supridas, e o auxílio de um profissional em nutrição é indispensável. Também, deve-se seguir as receitas indicadas pelo nutricionista, já que as mulheres podem apresentar carências em certos nutrientes, tanto pela alimentação deficiente quanto pela absorção inadequada.

É importante deixar claro que o vegetarianismo não é prejudicial à saúde, e que a prática possui aval de entidades como a ADA (American Dietetic Association). Segundo estudos, não há diferenças consideráveis entre filhos de mamães vegetarianas e de outras que consomem alimentos de origem animal. Na verdade, as gestantes vegetarianas saem na frente das demais, já que a dieta possui baixo colesterol, diminuindo a ocorrência de doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2 e hipertensão. Também, as vegetarianas possuem alto índice de ácido fólico, que é de extrema importância para a saúde e formação do bebê. Contudo, isso não as ausenta da necessidade de tomar suplementos durante a gestação.

Na verdade, as gestantes vegetarianas saem na frente das demais, já que a dieta possui baixo colesterol, diminuindo a ocorrência de doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2 e hipertensão.

Apesar de ser mais saudável, a dieta vegetariana deve manter as mamães em alerta quanto ao aumento de peso. Por ter grande quantidade de carboidratos, uma dica é substituir os biscoitos, pão, macarrão… pelas suas versões integrais, que aumentam a sensação de saciedade e estimulam o intestino. Também, deve-se cuidar do açúcar, com a mesma preocupação.

Se você é vegetariana, fique tranquila: siga atentamente as indicações do seu nutricionista e não deixe de tomar os suplementos. Na gestação, tudo deve estar muito bem planejado, para o seu bebê nascer e crescer forte e saudável!

 

via ViSta-se

George Guimarães no seu programa de Nutrição sobre o Vegetarianismo e as Crianças




A partir de que idade os bebés podem comer soja e tofu?

Logo aos 6 meses! Basta adicionar uma colher de soja fina ou um quadradinho de tofu quando se está a cozer as sopinhas de legumes. Fica uma sopa enriquecida com proteínas. Sem ser preciso recorrer à carne.

Com tantas opções saudáveis que hoje existem, de alimentos de origem vegetal ricos em proteínas, comer carne é uma escolha, não é uma obrigação.No livro é explicado que a soja contém mais proteínas do que a carne ou o peixe. Para ficar com uma ideia, por cada 100 gr de farinha de soja obtemos 44g de proteínas e 6 mg de ferro. Já a mesma porção de carne de vaca contém apenas 20,9g de proteínas e 1,4 mg de ferro. para além da soja, outras leguminosas como o grão, as lentilhas, as favas e vários tipos de feijão são muito ricos em proteínas e minerais. As crianças podem crescer bem e saudáveis com uma alimentação vegetariana.

Fonte