George Guimarães no seu programa de Nutrição sobre o Vegetarianismo e as Crianças




Há sempre muita dificuldade em saber o que se pode dar aos bebés, a partir do momento em que começam a comer. Embora se deva privilegiar sempre o leite materno o máximo de tempo possível (o ideal será o bebé só ingerir alimentos sólidos quando tiver dentes), após os 6 meses de vida do bebé, há muita coisa que se lhe pode dar!
A partir dos 6 meses, podem dar-se papas de cereais naturais, como aveia, centeio, trigo, e misturar com frutas, vegetais ou na sopa. Os cereais com glúten (aveia, cevada, trigo, centeio) só devem ser introduzidos após os 6 meses de idade. Aos 4 meses podem usar-se farinhas de arroz, amido de milho (conhecido por maisena), ou tapioca, que são cereais sem glúten. Os bebés muito gordos não devem comer papas de cereais, podem começar com os caldos de legumes que, embora não engordem tanto, são mais nutritivos. Não esquecer que o pão ou as bolachas (a não ser que sejam de arroz ou milho, por exemplo) têm glúten e que, portanto, só podem ser dados após os 6 meses.
Também não se deve adicionar leite às farinhas lácteas porque estas já têm leite adicionado (geralmente de vaca) e, se nós, ainda por cima, juntarmos mais leite, isso vai provocar uma sobrecarga para o fígado e os rins do bebé, podendo levar à desidratação, obesidade, doenças cardiovasculares, insuficiência renal ou diabetes. Há farinhas sem leite adicionado ou então com leite para lactentes ou de transição (que tem um leite mais adequado a um bebé).

Ao introduzir novos alimentos, convém ser sempre um de cada vez durante uma semana, para ver as reacções do bebé. A partir dos 4 a 6 meses, o bebé pode comer pêra ou banana crua, ou maçã cozida, tudo sempre bem maduro. As frutas têm um efeito mais laxante (ajudam a barriguinha do bebé a funcionar melhor) e previnem melhor as cáries se forem trituradas com o garfo, em vez de se usar a varinha. A partir dos 6 meses, podem ir-se introduzindo outras frutas, tais como o pêssego, alperce ou frutos secos cozidos que não tenham casca rija – ameixa, tâmara, alperce. Os citrinos e frutos com grainhas (laranja, kiwi, tomate, morango, framboesa, amora, uva) só devem ser introduzidos após os 12 meses. Os frutos de casca rija (nozes, amendoins, etc) só devem ser dados à criança após os 3 anos de idade, devido às alergias que podem causar.

Também a partir dos 6 meses o bebé pode começar a comer sopa – a princípio um caldo simples – de alface, abóbora, cenoura, batata doce, batata, couve-flor, feijão-verde, alho-francês, lentilhas sem casca (cor-de-laranja), alho, cebola, tronchuda, penca, vagem, ou agrião, sempre muito bem passado e introduzindo um, o máximo dois ingredientes novos por semana.
Após os 6 meses o bebé pode, também, comer tofu e soja fina misturada na sopa, assim como cuscuz. O tofu deve ser fresco (o de frasco é menos saudável para o bebé). É um alimento de fácil digestão e bastante suave. Deve ser cozido e juntar-se a papas e sopas.
A partir dos 8/9 meses pode dar-se farinha de pau, açorda, massa, puré de batata e/ou beterraba, sempre com cuidado para que o bebé não se engasgue. Os nabos e espinafres só devem ser introduzidos após os 9 meses, e as leguminosas (feijão, grão, favas, ervilhas), bem cozidas, a partir dos 12 meses.
O iogurte natural de soja, o arroz integral muito bem cozido, o bulgur e o millet podem ser dados a partir dos 9 meses, tendo sempre em conta as reacções da criança – cuidado, aliás, que se deve ter com todos os alimentos. Também nesta idade o bebé pode consumir levedura de cerveja ou gérmen de trigo misturado nas sopas ou papas.

Aos 12 meses pode começar a dar-se seitan ao bebé, assim como o leite de soja para adultos (enriquecido com vitamina B12) e outros leites vegetais (de arroz, aveia), embora se recomende um leite de soja adequado a bebés até, pelo menos, aos 18 meses, se não estiver a ser amamentado. Quanto ao seitan, este, no início, deve ser cozido juntamente com legumes e triturado na sopa. Depois, pode ir-se dando aos pedacinhos. Deve preferir-se a versão biológica, sem molho de soja adicionado.

Se o bebé não for amamentado, recomenda-se que lhe seja dado um suplemento de vitamina B12, ou um leite de fórmula vegano enriquecido com esta vitamina, cujo excesso no organismo não provoca quaisquer efeitos negativos, sendo eliminado naturalmente. Esta vitamina não se encontra em quantidades suficientes nos alimentos vegetais e a sua carência provoca graves danos a nível do sistema nervoso.
Enquanto o bebé for amamentado, basta que a mãe vegetariana/vegana tome um suplemento de vitamina B12 e/ou ingira alimentos enriquecidos com essa vitamina. Ao amamentar, as vitaminas e os nutrientes que a mãe obtém através da alimentação ou de suplementos, passam para o leite e deste para o bebé.

Outros conselhos:
* A higiene é fundamental. Lavar sempre as mãos antes de preparar a comida do bebé. Os utensílios de cozinha devem estar limpos e secos.
* Usar colheres de plástico (as primeiras até são de silicone, que são mais moles do que as de plástico normais), em vez de metal.
* Cortar tudo em pedaços pequenos para que se possa calcular melhor a água. Assim, coze em menos tempo, o que preserva os nutrientes e não se tem que deitar água da cozedura fora, que é onde ficam alguns nutrientes.
* O melhor é usar panela de pressão. Mal comece a ferver, desliga-se o lume e deixa-se ficar a tampa para cozer no vapor, até perder a pressão sozinha sem ter que soltar a válvula. À falta de panela de pressão pode-se cozinhar – com tampa, para conservar o valor nutritivo e não oxidar a comida – em panela inox ou pirex. O alumínio ou o barro não são aconselháveis, pois são altamente tóxicos, e os plásticos devem ter sempre a indicação de que são alimentares (há um símbolo no plástico que indica isso, que é o desenho de um copo e um garfo pequenos).
* Não dar fritos às crianças (sobretudo antes dos 3 anos), o ideal é sempre cozer ou grelhar.
* Pode-se pôr um fio de azeite cru na comida do bebé. É uma gordura saudável.
* Em viagem, ou em situações de emergência, há boiões que os vegetarianos/veganos podem usar. Podem ser dados à temperatura ambiente ou aquecidos em banho-maria (ou em alguns aquecedores de biberões/boiões). Mexer bem depois de aquecido para ficar toda a comida com a mesma temperatura e não dar azo a enganos. Verificar sempre a temperatura antes de dar ao bebé (nas costas da mão ou no pulso da mamã, por exemplo. Um bebé é sempre mais sensível às temperaturas do que um adulto )). Se possível, mudar a comida do boião para o prato, para o bebé não se habituar a boiões e não recusar a comida quando é dada no prato.
* Nunca é demais dizer que é um erro adicionar sal ou açúcar à alimentação, seja nos adultos ou nos bebés, mas muito especialmente nos bebés. Se um bebé for habituado assim desde a nascença, dificilmente adquirirá maus hábitos pela vida fora, o que vai torná-lo num adulto saudável e, claro, mais feliz que muita gente. Os alimentos já têm sal e açúcar naturalmente.
* Também convém não usar molhos e especiarias na comida do bebé – incluindo a canela, que é um estimulante, como o café – porque, além de serem fortes demais para o seu organismo delicado, muitas podem ter propriedades que desconhecemos.
* Um bebé nunca deve estar em ambientes com fumo ou ruidosos, que o prejudicam muito e o fazem muito infeliz. Não se deve fumar numa casa onde haja bebés, mesmo que seja noutro quarto. O fumo espalha-se e as substâncias do cigarro ficam coladas às paredes e aos tectos, mesmo que não cheire. Os bebés são muito sensíveis e, ao inalarem estas substâncias, podem vir a sofrer de problemas graves para toda a sua vida.

Higiene e segurança:
Diariamente, faça a higiene do seu bebé. Limpe os seus olhos com compressas embebidas em soro fisiológico (uma compressa para cada olho, não use a mesma nos dois, para prevenir infecções; limpe as orelhas com cotonetes embebidos em soro fisiológico – novamente, não limpe as duas orelhas com a mesma ponta do cotonete. Não meta o cotonete dentro do canal auditivo, é só para limpar por fora.
O nariz do bebé pode ser limpo com soro fisiológico, caso se observe secreções, mas consulte sempre o seu médico. O umbigo deve ser limpo com álcool a 70º, que é mais eficaz que o de 90º, até cicatrizar completamente. Depois de cicatrizar, basta o banho do bebé para que fique limpo. No banho, não se esqueça de lavar muito bem as pregas do corpinho do bebé e, no final, de enxugá-lo muito bem para evitar infecções, com especial atenção ao pescoço, axilas, articulações e pregas nos genitais, que são sítios onde se acumula humidade mais facilmente. Pode usar-se umas gotas de óleo de amêndoas doces no banho para facilitar a hidratação da sua pele delicada.
Corte-lhe as unhas dia sim, dia não, com uma tesoura de pontas redondas, de preferência quando ele estiver a dormir, para ser mais fácil. Se não tiver termómetro para a
banheira, use o seu cotovelo para verificar se a água está boa para o seu bebé. Encha a banheira do bebé primeiro com água fria e só depois com água quente, para evitar acidentes.
Nunca deixe um bebé ou criança sozinho na água, nem nenhum líquido, tanque, balde de limpeza, bacia da roupa, ou poça ao alcance de um bebé ou criança. Os bebés têm a cabeça mais pesada do que o resto do corpo e podem afogar-se até mesmo em pequenas poças da chuva ou da rega das
plantas. Um bebé ou uma criança pequena afogam-se silenciosamente, não fazem nenhum barulho que possa chamar a atenção. Não facilite nunca! As crianças até aos 4 anos de idade não têm noção dos perigos, por isso convém vigiá-las e não se pode esperar que elas sejam “crescidinhas” para saberem o que se pode ou não fazer.

Referências:
OLIVEIRA, Gabriela, Alimentação Vegetariana para bebés e crianças, Ed. Arte Plural.

 

Fonte: Centro Vegetariano

Vegetarianismo em Pediatria

Março 27, 2011

POR DR ERIC SLYWITCH

A dieta vegetariana pode ser seguida por crianças.

Esse texto foi publicado na Revista Diálogo Médico com o título: Vegetarianismo em Pediatria.

Vegetarianismo em Pediatria

Não existem mais dúvidas de que a dieta vegetariana (DV) bem planejada é adequada para crianças. A adequação dietética não depende do ato de comer ou não carne, mas sim da forma de elaborar a alimentação sem ela.

Pelo desconhecimento do que é ou deixa de ser uma DV (inclusive sobre a inclusão ou não de ovos, leite e derivados – que também podem fazer parte da dieta vegetariana), alguns profissionais cometem erros conceituais e interpretativos sobre ela. Leia o resto deste artigo »

hábitos-alimentaresÉ tradição  bebés gordinhos e rechonchudos.

O que acontece é que estas crianças crescem e transformam-se em grandes consumidoras de produtos alimentares altamente calóricos e prejudiciais á saúde. Foi realizado um estudo pela Comissão Europeia, no qual Portugal se encontra nos primeiros lugares com a maior taxa de obesidade infantil. Cerca de 30% das crianças com idades entre o 7 e os 11 anos têm excesso de peso. Este problema nunca vem só, significa que pode originar problemas de auto-estima, problemas ao nível escolar, depressões, sentimentos de exclusão e marginalidade.

A criança obesa é mais propensa a contrair doenças tais como: hipertensão, apneia do sono, distúrbios hepáticos e arteriais, colesterol,cálculos renais e também varizes, prisão de ventre e falta de mobilidade e flexibilidade.

A obesidade infantil é actualmente um problema que necessita do esforço de todos nós, por começar em casa, com bons hábitos alimentares. E não nos podemos esquecer que não podemos limitar uma criança, o que não pode comer, quer isto dizer que produz o efeito contrário, a criança terá mais vontade de comer determinadas coisas a que está limitada. Não podemos no entanto privar a criança de determinados alimentos pois esta está em crescimento.

Existe alguns truques que podem ajudar, para que a criança como menos mas melhor:

  1. Coloque as guloseimas fora do alcance da criança (não tenha bolachas e alimentos similares á vista);
  2. Controle a quantidade de alimentos (colocando a comida em partos mais pequenos, ficará com a sensação de que comeu um prato cheio, quando na realidade era menos comida);
  3. Faça pratos coloridos (Pode provocar um efeito psicoemocional positivo, utilizando mais legumes e saladas);
  4. Coloque á vista no frigorifico bastantes frutas (ricas em várias vitaminas são optimas para saciar a foma);
  5. Prepare um lanche saudável (em lugar de bolos, experimente barrinhas de cereais ricas em fibras);
  6. Tentar respeitar as horas ds refeições, bem como comer entre as principais refeições;
  7. O ambiente á mesa deverá ser calmo, sem discussões;
  8. Não obrigue o seu filho a comer, este processo demora bastante tempo de adaptação é progressivo, tenha paciencia e  insista no procedimento a seu tempo.

O exercício físico é muito importante, nesta fase todas as actividades são bem vindas, em lugar de ficar frente á televisão sentado. Os pais deverão dar o exemplo, também praticando exercicio e comendo comida saudável, para que os filhos possam seguir bons exemplos em casa.

via  Tudo sobre Bebés, Gravidez, Crianças e Familia..

Julia Priolli
Revista Vida Simples – 07/2010

Muitos pais cometem falhas na alimentação das crianças sem perceber

“Dá uma mamadeira queridinha, mamãezinha”, dizia o Francisco, aos 3 anos de idade, depois que nasceu Sebastião. Eu ficava comovida. A mamadeira de leite com achocolatado apaziguava alguma coisa dentro dele que ultrapassava minha capacidade de compreensão. “É meu peito”, argumentava ele, me deixando sem palavras, enquanto eu amamentava seu irmão. Me deixava também sem poder de veto, que sempre exerci sem remorsos. Culpa é para mãe desocupada. Lá em casa não dá tempo. Então, antes que ele abrisse o berreiro e convidasse o irmão a se juntar àquela ópera, eu dava logo uma mamadeira. Ou duas. Ou três.

Então fui convocada a fazer esta reportagem e investigar os erros que os pais cometem e que atrapalham o paladar e a alimentação dos seus filhos. A primeira coisa que fiz foi assistir a uma palestra de Jamie Oliver, o chef inglês da hora – aquele que conseguiu a proeza de reformular a merenda da rede de ensino britânica. E descobri que, com as várias “mamadeirinhas queridinhas” que o Francisco tomava por dia, ele ingeria um “carrinho de mão” de açúcar por ano. Mesmo sendo zelosa com a alimentação dos pequenos, ao escrever esta reportagem percebi, constrangida, que minha própria casa era uma comédia dos erros – será que a sua também é?

Forçar as boas maneiras
Meus filhos comem bem. Mesmo reclamando, o Francisco nunca deixa sobrar nada no prato e opera o garfo com destreza de dar gosto. Aprendi com minha mãe que desperdício, bem como falar de boca cheia, é uma grosseria. O Sebastião, de 7 meses, que está adentrando no universo dos comestíveis, se revelou uma pequena capivara, sempre colocando a mão em tudo. Lá em casa já virou bordão: “Sem as mãos”, e assim vou ministrando as colheradas sem deixar que o pequeno encoste na comida. Tudo isso para descobrir, com cara de eureca, que se sujar faz parte do processo. “A alimentação é uma experiência sensorial completa e levar comida à boca é decorrência da manipulação”, diz o pediatra e consultor do Ministério da Saúde Carlos Eduardo Correa. Ele afirma que, se a experiência sensorial for prazerosa bem no comecinho da vida, a criança sempre vai querer experimentar coisas novas. Nem adianta querer passar noções de etiqueta antes de a criança completar 1 ano. Entre os 2 e os 3 anos de idade, a criança começa a entender o porquê das regras, tem habilidade para usar a colher. “As boas maneiras devem ser introduzidas como parte do processo de aprendizagem, com naturalidade”, diz a psicóloga e doula Daniela Andretto.

Proibir de entrar na cozinha
Na cozinha, meus pequenos só entravam na hora de comer. Sempre os deixei longe do fogo e das facas. Longe, por tabela, do preparo das comidas. Um erro, como vim a saber. Pesquisadores em pedagogia da Universidade de Colúmbia, Nova York, descobriram que preparar comidas saudáveis junto com as crianças afeta seus hábitos alimentares de maneira positiva. Aproximadamente 600 crianças de 6 a 12 anos que participaram de aulas de culinária e nutrição começaram a comer mais grãos e vegetais. O fato de prepararem seus próprios alimentos as tornou mais propensas a comer bem. “Não deixar a criança entrar na cozinha é um erro natural. Os pais têm medo que elas se machuquem”, diz a nutricionista infantil Ana Carolina Elias de Almeida. “Mas é importante envolvê-las no preparo da comida, inclusive na compra, para que elas possam conhecer a variedade de alimentos que existe.” Tudo isso é possível com os devidos cuidados. Os pais devem ficar sempre de olho e nunca deixá-las sozinhas na cozinha. Mas, para o pediatra Carlos Eduardo, o medo de acidentes domésticos pode ser um risco em si: “Se a criança não aprende o que pode machucar, não reconhece os perigos do ambiente e fica vulnerável”.

Longe das mãos, perto dos olhos
Minha casa também estava cheia de itens proibidos – chocolate, salgadinhos, refrigerantes – bem longe das mãos, mas suficientemente perto dos olhos a ponto de atiçar o desejo dos pequenos. Toda casa deve ter um pouco de guloseimas, mas estudos da Universidade de Penn State, nos EUA, sugerem algo que a gente, no fundo, já sabe: alimentos proibidos são mais desejáveis. Crianças foram sentadas em uma mesa com acesso ilimitado a doces e quitutes. Numa outra mesa, os doces ficaram dentro de um pote de vidro e as crianças foram informadas de que poderiam comer somente depois de 10 minutos. Na mesa em que o consumo era livre, comeu-se três vezes menos do que na mesa em que havia restrições. “A proibição reforça o desejo por coisas que não fazem bem. O doce é gostoso e proibido. Isso gera ansiedade na criança”, diz Ana Carolina. Para solucionar o problema, a nutricionista sugere moderação por parte dos pais, ao comprar itens que não querem que os filhos consumam, e muito diálogo: “É um bom momento para trabalhar a questão dos limites com as crianças, explicar que tem a hora e a quantidade certa para comer”.

espinafresTemos uma grande variedade de vegetais aptos para serem transformados em saladas, purés, sopas, suflés, guisados, tartes enfim existe uma grande

variedade, e todos estes alimentos são muito ricos em vitaminas e minerais.

  • Quando fizer sopa ou puré de legumes, junte sempre no final um fio de azeite (sem ferver) é muito bom pois ajuda na maturidade do sistema nervoso central;
  • Não deve utilizar muito tempo a liquidificadora ou a varinha mágica pois perde o amido;
  • Vá variando quando fizer puré ou sopa caso contrário os seus filhos fartar-se-ão do mesmo sabor;
  • As verduras cruas conservam mais as vitaminas e os minerais do que se forem cozidas;
  • É preferível fazer as verduras a vapor do que cozer, pois os nutrientes ficaram na água;
  • Se o seu filho for magro pode juntar sempre à sopa ou ao puré batata e cenoura por tem mais calorias;
  • Lave sempre cuidadosamente os alimentos principalmente as verduras;
  • Quantas mais cores tiver a sua salada mais vitaminas terá.